A GRANDE PIRAMIDE, TOMY EPIFANICZNE
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O
TESTEMUNHO CORROBORATIVO
DA
TESTEMUNHA DE PEDRA
E
PROFETA DE DEUS
A GRANDE PIRÂMIDE NO
EGITO
Do Livro Venha o Teu Reino
————————
Traduzido e impresso no Brasil pela
ASSOCIAÇÃO DOS ESTUDANTES DA BÍBLIA “AURORA”
Caixa Postal N.° 277 — CEP 83005-970
São José dos Pinhais — Paraná — Brasil
Ano — 2004
CÂMARA DA RAINHA
Câmara da Rainha
GRANITO
Granito
EM PARTE DE SEÇÃOS
A GRANDE PIRÂMIDE
“Venha o Teu Reino”
PREFÁCIO DO AUTOR
ESTE volume foi escrito em 1890 e tem desde então passado por muitas edições em muitas linguagens, e ainda mais edições estão em prospecto. Temos testemunhos provenientes de milhares de pessoas consagradas a Deus sobre o efeito que êles tem, através deste Volume, bebido profundamente da Fonte de Água Viva — a Palavra de Deus. Cremos que as bênçãos continuarão a crescer, até que finalmente através do Reino, o conhecimento da Glória de Deus pre- encherá toda a terra assim como as águas cobrem as profundezas dos oceanos.
Apesar de que desconhecemos toda e qualquer similar de inspiração em conexão com estes ESTUDOS NAS ESCRITURAS, não obstante estamos contentes porque nós estamos no amanhecer da Nova Dispensação, a luz da Verdade está brilhando tão claramente e o Plano Divino está tão manifesto que raramente a palavra do Volume precisaria ser trocada se fosse escrita hoje — 26 anos mais tarde.
O Tempo do Fim tem enfatizado isto mais e mais como os anos têm passado, especialmente desde que entramos cronologicamente no grande Sétimo Dia. A obra da Ceifa tem progredido e ainda está em progresso — ainda que naquele tempo nós supomos que a obra da Ceifa teria sido concluída completamente com o fim do Tempo dos Gentios. Isto foi meramente uma suposição, qual evidenciou-se sem fundamento, para o impulso da foice da Verdade e o ajuntamento do grão maduro está progredindo desde Outubro de 1914 como nunca antes. Na realidade, a Grande Guerra Mundial tem acordado a humanidade num grau notável, e cada vez mais independente o pensamento está sendo concluído do que nunca antes. Tudo está contribuindo para a quebra das algemas de ignorância, superstição, e preconceito, e a liberdade daqueles que desejam conhecer a vontade do Senhor e andar nas pisadas de Jesus.
Estamos contentes por promover oportunidades de serviço para nosso grande Rei no ajuntamento dos Eleitos para Ele mesmo, para a Verdade. Estamos alegres por vermos outros vindo para a Verdade
e preparando-se para as “Bodas.” Evidentemente a “porta” ainda
I
não está fechada, contudo antecipamos que em breve num tempo próprio — talvez um ano, dois ou três — número total de Eleitos estará completado, e todos terão ido além do Véu e a porta será fechada.
Estamos livres para dizer que a restauração de Israel não tem sido concluída tão rapidamente como tínhamos antecipado. No entanto, os judeus na Palestina, parecem estar portanto maravilhosamente abrigados; e indubitavelmente muitos de seus correligionários na guerra territorial; especialmente na Polônia, ficariam satisfeitos indo para a Palestina quando eles tiverem uma oportunidade. Isto é difícil para dizer, como a conclusão da guerra pode afetar os interesses de Israel. Deveríamos estar à espera, na atitude expectativa. Isto olha como entretanto as experiências penosas dos Judeus, despertariam finalmente números consideráveis deles para irem a sua terra de origem. Nunca tinhamos esperado, entretanto, que todos os Judeus voltariam para lá, mas antes uma companhia representativa deles, justamente como no caso do regresso do Cativeiro da Babilônia — somente aproximadamente 52.000 voltaram, não obstante da grande multidão que foi para o cativeiro.
O regresso só representa aqueles cheios de fé no Senhor e Suas promessas, e indubitavelmente serão parte como representantes de todos. Fazemos lembrar nossos leitores que quando este Volume foi escrito, os próprios Judeus tinham pouca idéia de ir para a Palestina. Agora o Sionismo tem surgido, e tem ocupado uma influência profunda nos corações dos israelitas. Embora que no começo isto foi um Sionismo secular, ele tem gradualmente voltado para esperança e sentimentos religiosos.
A Grande Pirâmide do Egito discutida neste Volume não tem perdido nenhum de seus interesses para o autor. Seu Corredor Descendente representa figurativamente o curso de declive do gênero humano debaixo do reino do pecado e morte. O Primeiro Corredor Ascendente representa a Dispensação da Lei — Pacto de Deus feito no Sinai e o curso daquele povo sob o domínio dos ensinamentos de Cristo e Seus seguidores durante esta Idade Evangélica. O degrau no acabamento superior da Grande Galeria representa uma mudança marcada nos afazeres do mundo, levando o homem para um alto plano. A conexão entre o topo da Grande Galeria e os espaços sobre a Câmara do Rei representa a presença espiritual do nosso Senhor na Ceifa desta Idade, começando em 1874.
II
Nunca tinhamos tentado colocar a Grande Pirâmide, chamada algum dia a Bíblia em Pedra, num paralelo ou igualdade com a palavra de Deus como representada pelo Velho e Novo Testamento nas Escrituras — que ficam preeminentes sempre como a autoridade. Fazemos, porém, crendo que a estrutura desta Pirâmide, tão diferente de todas outras Pirâmides, foi projetada pelo Senhor e intentada para ser uma Pirâmide e um testemunho no meio da terra do Egito, e na sua fronteira. (Isaías 19:19) Ela certamente conta uma história muito diferente desde uma outra arte ou relíquia passada para baixo desde os seus tempos remotos.
Sua maravilhosa corroboração do Plano Divino das Idades é espantosa para todos que realmente compreendem isto. Isto deve ser lido com um novo e verdadeiro interesse como na primeira edição, porque suas lições não têm sido alteradas ou mudadas. Cremos que novos leitores receberão a mesma rica bênção do Volume que antigos leitores tiveram recebido, e que desta maneira podemos glorificar Deus juntos e regozijar-se em Sua provisão de luz e conforto no caminho para a completa introdução do glorioso Reino do querido Filho de Deus.
O Reino do Messias é muitas vezes intitulado o Reino de Deus, porque, não obstante ele está estritamente sob a administração do Messias, tudo das suas leis, regulamentos, julgamentos, etc., estão em estrita conformidade com o arranjo Divino, qual é inalterável. Portanto, oramos deste modo, “venha o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu”; o nosso pensamento deve ser que a grande perfeição do Governo e Administração do Pai celestial é nosso desejo e que estamos aguardando e esperando por mil anos do Reino de Cristo para dominar a rebelião da Terra e para trazer a humanidade de volta para a plena harmonia com Deus como estão todos os anjos dos Céus em sua perfeição.
O Reino do Messias tem vários estágios de inauguração. Primeiro, em sua Parousia o glorificado Jesus vivificado, ou ressuscitado, os adormecidos membros do Corpo de Cristo. Este é o primeiro ato executivo de Um Grande quem Deus tem então altamente enaltecido — o Herdeiro da grande promessa Abraâmica. Seus membros devem ser completados antes de Ele oficialmente tomar sua posição como o Rei do mundo. A garantia deste acontecimento é dada pela Palavra inspirada: “Quando Cristo, que é nossa vida, se manifestar, então também vós vos manifestarei com ele em glória.” (Col. 3:4)
III
Logo em seguida em ordem o Mestre se ocupará com os membros vivos do Seu Corpo, a Igreja. Assim como está demonstrado nas parábolas do dinheiro e dos talentos, o julgamento do Mestre concernente ao merecimento ou desmerecimento no Reino deve passar sobre todos de Seus consagrados do número completo dos Eleitos que deve ser encontrado e ser glorificado pela “transforma- ção” na ressurreição — porque “carne e sangue não podem herdar o reino de Deus”. (1 Cor. 15:50) Então o domínio do mundo será assumido. O Glorificado exigirá do Pai, e Ele dará a Ele as nações por herança, e as extremidades da terra por Sua possessão e com vara de ferro as regerá, quebrando-as do modo como são quebrados os vasos do oleiro”. Sal. 2; Apoc. 2:27.
Esta revelação do Filho do Homem para o mundo por sua assunção de poder e da Sua permissão para o mundo passar pela grande provação da anarquia está evidentemente aproximando-se. Por um pouco tempo haverá um grande triunfo do Eclesiástico, após a guerra. Ambos Católicos e Protestantes compartilharão neste triunfo e ambos políticos e financeiros encorajarão príncipes, com esperança para a prolongação de seu próprio poder. Naquele tempo nós esperaremos forte oposição do Eclesiástico sobre a verdade, fiéis seguidores de Jesus, resultando em sérias perseguições — talvez ainda até a morte. Mas o triunfo de Babilônia será curto. Logo a sentença já pronunciada será executada e ela deve cair igual uma grande pedra para o mar — para anarquia — para destruição, da qual nunca mais se levantará novamente.
Não por longo tempo depois, de acordo com ilustração da Bíblia, podemos esperar o colapso total de nossa civilização presente, Mas o momento escuro da extremidade do homem será a oportunidade de Deus. O Messias, o Eleito de Deus, tomará o controle e pronunciará paz para os povos tumultuosos e fará que a confusão se tornará em ordem, alegria em vez de choro, prazer em vez de deses- pero. Desse modo o Reino do Messias nascerá numa treva terrível; mas o glorioso resultado mais do que compensará para o “Tempo de Tribulação, qual nunca houve, desde que existiu nação”. Portanto dizemos: “as coisas preciosas de todas as nações virão”. Ageu 2:7.
Podem essas passagens continuar para ser uma bênção para o povo de Deus e uma honra para Seu nome, é a oração do autor,
CHARLES TAZE RUSSELL
Brooklyn, New York
1 de outubro de 1916
IV
PREFÁCIO PARA O ESTUDO X
UM CORDIAL COMENTÁRIO NESTE CAPÍTULO
QUANDO EM MANUSCRITO, POR PENA DO
ESTIMADO
PROF. C. PIAZZI SMITH, F.R.S.E., F.R.A.S.
EX-ASTRÔNOMO REAL DA ESCÓCIA
Irmão William M. Wright, ao saber que este estudo sobre a Grande Pirâmide foi escrito, pediu para que ele pudesse fazer a leitura dele antes de ser posto em caráter tipográfico, porque ele tinha considerável conhecimento da Pirâmide. Isto nós agradavelmente outorgamos, assegurando-lhe de nosso desejo todo o criticismo possível. Depois que leu o manuscrito, irmão Wright concluíu que, como nós desejamos criticismo, seria melhor que a censura viesse de pessoas de destaque. Conformemente ele fez uma cópia datilografada do manuscrito, e com permissão enviou-a ao Prof. C. Piazzi Smyth, que possue conhecimentos gerais da construção da Grande Pirâmide e das medidas do que algum outro no mundo, requerendo que ele examine o manuscrito cuidadosamente e anote sobre ele alguma censura que ele possa ter para oferecer no interesse da verdade. A resposta do Professor para a carta, junto com a cópia do manuscrito enviados a ele, qual exibe seus marcos de censura, quando reconhecidos foram enviados para o autor. Nós agradecemos o Irmão Wright e Prof. Smyth pelos seus benefícios, e temos seguido as correções indicadas; quais, entretanto, apenas três no total, ficamos contentes por notar que não foi de importância especial. Somente uma das críticas foi sobre medidas, e ela demonstrou uma variação apenas de uma polegada, qual nós alegremente corrigimos.
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Pensando que pode ser interessante para nossos leitores apresentamos abaixo.
A Carta do Prof. C. Piazzi SmythClova, Ripon, Inglaterra, 21 de dezembro de 1890.
Wm. M. Wright, Esq.,
Prezado Senhor: Eu permaneci por muito tempo mais do que eu pudesse ter desejado no exame sobre o manuscrito de seu amigo, C.T. Russell de Allegheny, Pa., mas eu tenho agora completado um considerável exame meticuloso, palavra por palavra. E que foi o tudo que eu pude fazer, quando você tão cordialmente considerar os esforços para enviá-lo com certo cuidado entre cartões por parcela registrada, com cada página plana, e escrita na máquina de datilografia em lugar da mão.
Em primeiro lugar eu poderia somente encontrar erros citados da máquina de escrever, mas como progredi através de páginas, os poderes, as especialidades e as originalidades do Autor emanaram magnificamente; e aí não foram poucas passagens, eu fiquei contente de ter tirado uma cópia da citação, com nome, para próxima possível edição de meu próprio livro sobre a Pirâmide. Mas naturalmente não tenho feito nada disso, mas vou esperar com perfeita paciência e no mais agradecido ânimo da mente até que o autor dos Estudos das Escrituras escolherá seu próprio tempo para a publicação. Então meramente observo aqui que é igualmente bom e novo em muito que ele disse sobre a cronologia de várias partes da Pirâmide, especialmente sobre a Primeira Passagem Ascendente e seu tampão de granito; na Grande Galeria, como ilustrando a vida do Senhor; nos paralelismos entre a Câmara do Rei e seu granito, em comparação com o Tabernáculo e seu ouro; e geralmente nas confirmações ou precisas concordâncias entre Escrituras Sagradas e a Grande Pirâmide, bem comentadas.
No entretanto, dá a impressão que fico-te obrigado por sua gentil dádiva a muito tempo dos primeiros dois volumes dos Estudos das Escrituras. Eu não li naquele tempo mais do que a primeira metade do primeiro volume, encontrando a matéria, como pensei, não completamente tão nova como eu tinha esperado. Mas depois tendo proveito, como esperei, tanto por uma completa leitura deste avançado estudo da pirâmide no terceiro volume, devo pegar os primeiros dois volumes novamente, e ler de novo.
A remessa das cópias do manuscrito será entre suas pranchas de embalagem, com registro. Fico muito obrigado.
Atenciosamente
C. Piazzi Smyth
ESTUDO X
O TESTEMUNHO DA PEDRA DE DEUS COMO TESTE-
MUNHA E PROFETA, A GRANDE PIRÂMIDE NO EGITO
Descrição Geral da Grande Pirâmide — Por que de Interesse Especial para Cristãos — A Grande Pirâmide um Tesouro da Verdade — Científica, Histórica e Profética — Bíblicas Alusões a Ela — Por que. Quando e por Quem foi Construída, Importância de Sua Locação — Seu Testemunho Concernente ao Plano de Redenção — Ao Plano das Idades — Indica a Morte e a Ressurreição de Cristo — O Curso Decrescente do Mundo, Terminando em um Tempo de Grande Tribulação — A Natureza da Tribulação — Marcado o Grande Movimento de Reforma — Indicação da Duração da Idade Judaica — Demonstrada a “Vocação Celestial” da Igreja Evangélica — O Curso da Consagração da Igreja — Marcado o Fim da Vocação Celestial — Data do Segundo Advento de Cristo — Como estão Indicadas a Restauração e Bênçãos ao Mundo — O Curso do Mundo Durante a Idade Milenar — Seu Fim — Contraste das Duas Condições, Humana e Espiritual, como está Indicado na Pirâmide — A Pirâmide Contesta Ateísmo, Infidelidade e Todas Teorias da Evolução, e Verifica ambos o Plano da Bíblia e Seus Tempos e Épocas Determinados.
“Naquele dia haverá um altar dedicado ao Senhor no meio da terra do Egito, e uma coluna se erigirá ao Senhor, na sua fronteira. E servirá isso de sinal e de testemunho ao Senhor dos exércitos na terra do Egito”. Is. 19:19, 20.
Os antigos recontaram sete maravilhas do mundo, e exatamente o cabeçalho da lista cita a Grande Pirâmide de Gizé. Ela está situada no Egito, não muito longe da atual cidade de Cairo. Nenhuma outra construção no mundo iguala-se em tamanho. Um dos perítos deste país, que fez pessoalmente uma inspeção da Grande Pirâmide, disse: “Existem blocos de pedra na Pirâmide quais pesam três ou quatro vezes outro tanto que um dos obeliscos. Vi uma pedra cujo peso foi calculado em 880 toneladas. Existem pedras na Pirâmide de trinta pés de comprimento quais assentadas tão exatamente que você pode correr um canivete sobre a superfície sem descobrir as brechas
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entre elas. Também não estão assentadas com argamassas. Presentemente não há nenhum mecanismo tão perfeito que faça duas superfícies trinta pés de cumprimento que agrupem-se em conjunto como estas maravilhosas pedras na “Grande Pirâmide”. Ela cobre uma área de aproximadamente treze acres (acre medida equivalente a 4.046, 84 m2). Ela é 486 pés de altura e 764 pés de largura em sua base. É estimado que a Grande Pirâmide pesa seis milhões de toneladas, e que para removê-la requereria seis mil locomotivas, cada uma puxando mil toneladas. De fato, a riqueza do Egito não é suficiente para pagar trabalhadores para demoli-la. A partir destes fatos é evidente que, aquele que foi o grande arquiteto da Pirâmide, ele intentou que ela fosse um monumento durável.
Vista desde qualquer ponto de vista é agradável a nós, a Grande Pirâmide é certamente a mais notável construção no mundo; mas à luz de uma investigação que tem estado em progresso para os passados trinta e dois anos, isto adquire novo interesse para todos cristãos avançados no estudo da Palavra de Deus; porque ela parece numa maneira notável ensinar, em harmonia com todos os profetas, um esboço do plano de Deus, passado, presente e futuro.
Deve ser lembrado que, ao lado da Grande Pirâmide aqui referida, existem outras, algumas de pedra e algumas de tijolos; mas tudo delas são tentativas para copiá-la, e são de todos os estilos inferiores — em tamanho, precisão e arranjo interno. E isto tem sido também demonstrado que, ao contrário da Grande Pirâmide, elas não contêm lineamentos simbólicos, mas foram evidentemente usadas como túmulos das famílias reais do Egito.
A Grande Pirâmide, entretanto, prova de ser um tesouro de importante verdade — científica, histórica e profética — e seu testemunho é encontrado para estar em perfeito acordo com a
Bíblia, expressando os proeminentes lineamentos de suas verdades
em símbolos belos e adequados. Ela é de nenhuma maneira sem adição à revelação escrita: aquela revelação é completa e perfeita, e não necessita adições. Mas é um forte testemunho corroborativo para o plano de Deus; e poucos estudantes tiveram a possibilidade de examiná-la cuidadosamente, marcando a harmonia de seu testemunho com aquilo da Palavra escrita, sem pressentimentos
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impressionados que sua construção foi planejada e dirigida pela mesma sabedoria divina, e que é a coluna de testemunho referida pelo profeta. Isaías 19:19, 20.
Se ela foi construída sob direção de Deus, para ser um de seus testemunhos para o povo, poderemos razoavelmente esperar alguma alusão a isto na escrita Palavra de Deus. E não obstante, desde que isto foi evidentemente uma parte do propósito de Deus para guardar segredo, até o Tempo do Fim, lineamentos do plano do qual ela apresenta testemunho, devemos esperar que alguma referência a ela nas Escrituras seria, como ela é, algo sob a cobertura — para ser reconhecida e entendida no tempo próprio.
Isaías, como acima citado, testificou de um altar e uma coluna na terra do Egito. “E servirá isso de sinal e de testemunho ao Senhor dos exércitos na terra do Egito”. E o contexto demonstra que será um testemunho no dia em que o grande Salvador e libertador virá para rebentar as correntes da opressão e por em liberdade os cativos do pecado — tais coisas nosso Senhor anunciou no seu primeiro advento. (Luc. 4:18) O escopo desta profecia é no entanto obscuramente observado, todavia, até o Egito é reconhecido como um símbolo ou tipo do mundo da humanidade, repleto de vãs filosofias, quais somente obscurecem seus entendimentos, não obstante ignorantes da luz verdadeira. Como Israel tipificou o mundo que será libertado da escravidão do Pecado pelo grande antitipo de Moisés, e cujo oferecimento pelo pecado tem sido dado pelo antitipo de Arão, então o Egito representa o império do Pecado, o poder da morte (Heb.2:14): qual por tão longo t...
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